segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Aquela Garotinha

Não sou mais aquela criança
Aquela menininha toda carente
Que fazia a opnião baseada
no que ouvia dos parentes.
Pais, irmãos, tios e primas:
Faziam as idéias na minha mente.

Mas agora eu cresci
Eu sei o que devo fazer
E o que devo falar

Eu sei que nem sempre deve-se ter educação,
como papai e mamãe sempre ensinaram
Eu sei quando devo ter e quando não.
Eu sei que não preciso ser normal, se eu não quiser
(pra mim seria uma tortura)
Porque ser normal é normal, mas às vezes
pode ser loucura.

Eu sei que tenho minhas escolhas,
e que dessas virão as consequencias.
E que nessas horas estarei sozinha,
porque eu que escolho minha sentença.

Eu sei que agora eu não dependo mais deles.
Eu faço meu próprio caminho
Não sou mais aquela garotinha
Que pelos cantos chorava baixinho

Agora tirando as idéias do próprio senso crítico
Sou realista, e do futuro eu tenho visão.
Mas sem desacreditar no mundo mítico
Sempre pra frente, influenciando, fazendo revolução!



Bruna de Souza magalhães

2 comentários:

  1. Por uma sociedade menos hipócrita e por uma revolução de ideais.

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  2. e por pessoas de opnião, como nós.

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