quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Essas pessoas

Tem homem que não merece
Tem mulher que não merece
E não adianta botar a culpa de tudo
No gênero, no tamanho, na força ou na espécie
(Porque no final das contas)
Todos esperam que tudo se resolva com uma boa prece

É tão simples que todos acabam complicando
E tentando fazer do jeito mais difícil
Por puro medo de errar ou ser crucificado
Uma vez algo ensinado, principalmente por alguém que gostes...
É bem difícil, quase impossível, de ser mudado.

Quando alguém não nasceu com o dom pra algo
Há pessoas que tentam de qualquer forma empurrar garganta abaixo
Que a pessoa merece aquilo, que tem chance de se adequar
O mundo gira tão rápido, que não é justo se prender a alguém assim
(Teoria de Darwin)
Sendo que tem outras pessoas que nasceram prontas para isso.
(Só estão à espera de uma oportunidade)

Tempo é algo raro. Hoje e sempre.
É um presente raro pra dar pra alguém de mão beijada
Oportunidade, segunda chance, paciência e etc...
Não adianta dar todos esses presentes para alguém
Que não deu valor da primeira vez.
(Muito provavelmente da segunda também não dará)

Quando a revolta e as lembranças vierem à tona, escreva, fale ou grite tudo sem parágrafos, sem pausas, sem intervalo. Tudo de uma vez

Sempre que posso
Olho pras minhas próprias mãos
No sentido de tentar raciocinar
O porque d'eu estar aqui, o motivo real.
Eu vejo a injustiça e a injustiça também me vê.
Mas não estou afim de ser julgada
Por pessoas que constantemente estão em julgamento também.
Por pessoas que te botam para baixo na primeira oportunidade.
Por pessoas que mentem para você e para elas mesmas.
Por pessoas que atraem coisas ruins por serem também ruins
E não fazem nenhum esforço para tentar mudar isso.
Por pessoas que não são capazes de dizer um obrigado
Ou somente reconhecer quando fizeste algo por elas.
E por essas pessoas não se pode nem ser indiferente.
São pessoas que atraem o cheiro da felicidade de longe
E se você se mostrar distraído
Elas estão sempre prontas para dar o bote e tentar te sugar as coisas boas
Não para elas, não porque elas necessitem. Simplesmente para você não as ter mais.
Essas pessoas geralmente se mostram gentis
Nem um pouco hostis.
Mas a fantasia de cordeiro oculta o lobo de dentro
Não se engane com eles. Não conte seus segredos.
Nem pense em dar algo chamado "confiança".
Eles destroem sua vida, mancham sua imagem, sujam sua consciência.
Tome cuidado com eles. Tome cuidado contigo mesmo.
Não se mostre mascado para alguém
E pense no quanto seria bom ver o verdadeiro rosto de alguém.



quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Cleópatra

Não teve mulher mais poderosa que a Cleópatra na minha opinião. Ela mandava, e mandava de verdade. Seu cargo não era somente um símbolo. E ela mandava porque era inteligente; porque sabia liderar. Sabia o que estava fazendo. Veja um pouco do que ela foi abaixo.

Cleópatra foi a última Rainha da Dinastia ptolomaica que dominou o Egito após a Grécia ter invadido aquele país. Filha de Ptolomeu XII com sua irmã, ela subiu ao trono egípcio aos 17 anos de idade, após a morte do pai. Contudo, ela teve que dividir o trono com seu irmão, Ptolomeu XIII (com quem casou), e depois, com Ptolomeu XIV.
Biografia , personalidade e atuação política
Tinha uma grande preocupação com o luxo da corte e com a vaidade. Costumava enfeitar-se com jóias de ouro e pedras preciosas ( diamantes, esmeraldas, safiras e rubis ), que encomendava de artesãos ou ganhava de pessoas próximas e familiares.
A luta pelo poder entre ela e seus irmão gerou uma forte instabilidade política e econômica para o Egito. Diante disso, ela acabou exilada e decidiu pedir o auxílio de Roma ( atual Itália ). Sedutora e extremamente inteligente, ela sabia utilizar-se muito bem do poder que detinha. Num plano audacioso e arriscado, ela enviou a si própria, embrulhada dentro de um tapete, como presente a Júlio César. Após desenrolar-se do tapete, seu argumento foi tão ousado quanto seu plano, ao dizer que havia ficado encantada com as histórias amorosas de César e assim queria conhece-lo. Tornaram-se amantes e ele a ajudou assassinar seu irmão em 51 A.C. Após isto, ela tornou-se a rainha e foi para Roma, onde deu a luz a Cesarion. 
A rainha retornou à terra natal após o assassinato de César, em 44 a.C. Ainda mais ambiciosa, ela tomou conhecimento da posição importante que Marco Antônio se encontrava na Anatólia, que ocupava o cargo de  governador da porção oriental do Império Romano. Estimulada pela ambição que lhe era comum, a rainha seduziu este outro romano iniciando com ele um relacionamento amoroso em 37 A.C. 
Durante o período que estiveram em Alexandria, ela deu dois filhos a Marco Antonio que, em troca, devolveu-lhe os territórios de Cirene e outros, que até aquele momento, estavam sob o domínio do Império Romano. 
A atitude de Marco Antônio, que se deixava dominar cada vez mais pelo pode de sedução da rainha, devolvendo-lhe as terras que haviam sido conquistadas pelo Império Romano, incomodou de tal forma o Senado romano, que, este, declarou guerra a ambos. Após serem derrotados por Otávio na batalha naval de Ácio, ambos cometeram suicídio, tendo Cleópatra se deixado picar por uma serpente, em Alexandria, no ano 30 a.C. Após isto, o Egito voltou às mãos de Roma. 



A morte de Cleópatra

Muitos textos antigos afirmam que ela tenha sido morta por meio de uma picada de cobra. (resta saber se por uma NAJA, ou uma VÍBORA). A Naja possui um veneno mais letal e sua picada é de difícil identificação. Já a Víbora provoca um inchaço grotesco, e, por esta razão, a morte por meio de uma víbora é descartada por estudiosos.
A morte por meio da picada da naja evitaria a exposição de Cleópatra num triunfo romano, conforme desejo de Otaviano. Cleópatra estava confinada num dos quartos do palácio e, tudo que era levado até ela era inspecionado para evitar seu suicídio. Mas de alguma forma, ela conseguira se matar conduzindo uma de suas mãos a uma “compota” onde uma naja estaria entre os frutos. Quando os soldados romanos de Otaviano entraram no quarto da rainha, ela já jazia morta e vestida com trajes reais. Otaviano nada pode fazer a não ser expor para seu poderio militar um retrato da rainha Cleópatra.

Os dois filhos gêmeos de Cleópatra perderam-se na história. Otaviano matou Cesário, impedindo definitivamente qualquer chance de prosperidade política para o filho da rainha. Alexandria deixou de ser um lugar dedicado ao saber, passando a ser uma mera província romana no Egito. Mas Cleópatra nunca fora esquecida. Ela era a rainha do antigo Egito. 

Mata Hari






Por trás da exótica personagem que construiu, a de uma dançarina falsamente indiana, a espiã transformou-se em lenda, eternizada pelas dúvidas sobre sua atuação.




Margaretha Gertruida Zelle (Leeuwarden, 7 de agosto de 1876 — Vincennes, 15 de outubro de 1917), conhecida mundialmente como Mata Hari, foi uma dançarina exótica dos Países Baixos acusada de espionagem que foi condenada à morte por fuzilamento, durante a Primeira Guerra Mundial. Em diferentes ocasiões sua vida foi alvo da curiosidade de biógrafos, romancistas e cineastas. Ao longo do tempo, Mata Hari transformou-se em uma espécie de símbolo da ousadia feminina.


Mata Hari era filha de um empresário, Adam Zelle, com uma descendente de *javaneses, Antje van der Meulen. Dos pais, herdou a beleza exótica da mãe de origem asiática e o espírito aventureiro de um pai em franca decadência financeira. A situação delicada de sua família piorou quando, aos 15 anos de idade, Mata perdeu sua mãe.
No início do século XX, depois de uma tentativa fracassada de se tornar professora, um casamento igualmente fracassado com Rudolf John MacLeod e de ter dois filhos, Norman-John MacLeod e Jeanne-Louise MacLeod, ela se mudou para Paris.
Ela posava como uma princesa javanesa e se tornou uma dançarina exótica. Seu pseudônimo Mata Hari quer dizer sol (mas literalmente "olho da manhã") em malaio e língua indonésia. Ela também foi uma cortesã que teve casos amorosos com vários militares e políticos.

Mata Hari confirmou essas origens em suas Memórias, publicadas em Amsterdã no ano de 1906. Memórias que, como tudo que se refere a ela, suscitaram ásperas discussões, permanecendo, também elas, cercadas de mistério. Durante um tempo, entretanto, Marguerite rejeitou sua origem européia; gostava de se passar por nativa das Índias Holandesas, filha de um rajá e de mãe indiana.

Participação durante guerra - Mata Hari dormiu com inúmeros oficiais, tanto franceses quanto alemães e se tornou um peão da intriga internacional, apesar dos historiadores nunca terem esclarecido com exatidão se ela fora realmente uma espiã, e se sim, quais eram as suas atividades como tal. Em 1917 ela foi a julgamento na França acusada de atuar como espiã e também como agente dupla para a Alemanha e França. Foi considerada culpada e no dia 15 de outubro do mesmo ano fuzilada.


Morte - Existem vários rumores em torno de sua execução. Um dos mais fantasiosos diz que os soldados do pelotão de fuzilamento tiveram de ser vendados para não sucumbir a seu charme. Outra história cita que Mata Hari jogou um beijo aos seus executores antes que começassem a disparar. Uma terceira versão diz que ela não só jogou um beijo, mas também abriu a túnica que vestia e morreu expondo o corpo completamente nu.



Popularidade - O filme de 1931, "Mata Hari", descreve seus últimos dias de vida. Greta Garbo interpretou o papel principal. Existe uma outra versão do filme Mata Hari de 1985 com a atriz holandesa Sylvia Kristel.
Mata também é mencionada na comédia Casino Royale (1967), quando é dito que, ela e James Bond tiveram uma filha, chamada Mata Bond, e Mata Hari foi o grande amor da vida de James. No seriado Charmed, no episódio 13 da sexta temporada, Phoebe Halliwell (Alyssa Milano) incorpora o karma de Mata Hari. É citada também como um "quase" caso de Dimitri Borja Korosek, personagem principal no livro "O Homem que matou Getúlio Vargas" de Jô Soares.




* Javaneses: de Java (em indonésio, javanês e sundanês Jawa) é a segunda maior e a principal ilha da Indonésia, onde se situa a capital do país, Jacarta (em indonésio: Jakarta)